sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Confusão fora de horas (ou marketing tripeiro)



Nesta fase da noite, entre as 3 e as 5, em que a estupidez supera o cansaço e o caralho do sono nos retira o bom senso, faço aqueles testes dos namastês ou lá que merda é esta! (quem nunca pecou que atire a primeira pedra, vá). Eh pá! Eu sou tão boa pessoa, tão linda e charmosa, perfeita e verdadeira, e os meus amigos gostam tanto de mim, vêm em mim qualidades que até a mim me surpreendem que, a determinada altura e após cerca de 10 testes, todos eles de máxima relevância e já com o miolo impossibilitado de ponderar ou avaliar o que quer que seja, dou por mim a pensar: eh pá esta merda é do caralho! Isto é sempre cor-de-rosa! Mais, é cor-de-rosa para toda a gente! Tanto teste e nem um defeito! Não fosse eu casada e apaixonava-me por mim. Assim não tem graça nenhuma. Isto é giro pra caralho se saíssem umas bacoradas do tipo: tu és uma valente merda pá! Mata-te que ninguém te chupa, és uma arruaceira do caralho e uma egocêntrica, sua merda seca! Não tens vergonha nem coras quando olhas ao espelho? E achas que tens amigos é? Tens merda nenhuma! Tens é uma cambada de cagalhões secos como tu que são exímios em seguir a manada! Vai-ta foder mazé! cresce e aparece!
(e pronto, vou desligar esta merda que o despertador está quase a tocar)
Durmam bem, sim?
Namastê para todos os que sem nada melhor para fazer, passam por aqui.


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