segunda-feira, 29 de junho de 2015

Tal e qual o anúncio da brasa (parece que é mas não é)

Aquele que começava assim: parece que é mas não é, que gosto que satisfação, pois eu parece que sou mas não sou.
Deixo-me propositadamente passar por tona em certas situações, mas não sou.
E adoro ver até onde vai a lata de quem se julga bué da sábio nestas merdas das relações inter-pessoais que é como quem diz, quem se acha esperto, quem acha que te está a usar e que és uma tona moldável, maleável e acima de tudo (e o que mais me delicia) influenciável.
Adoro. só me falta abanar o rabinho.

Sai receita para a diarreia (e afins)

Então é assim:
Falei com santa sogra e esta chegou à douta conclusão que foi um mau olhado que abriu a torneira fecal.
Para desarmar quem te olhou de ladeiro, reza a lenda que há que descascar 3 dentes de alho, raspar uma côdea de broa seca e em papel de prata, juntar osjálhos à broa, embrulhando tudo bem apertadinho e colocar no local do "azar" - casa, carro, trabalho. Ora, dado se tratar de um local inóspito para a côdea da broa, aconselha quem sabe que guardes a mistura (sempre em papel de prata e retém isto que faz toda a diferença) o mais perto possível... Poderás guardar no bolso das calças, saia ou calções, digo eu que não tenho formação nestas merdas dos olhares.

Parai quétos

Não me incomodam os vídeos dos gatos, das porradas e merdas afins. Não os vejo.
Incomoda-me profundamente o seu conteúdo que, pelo que leio será desumano e de bradar aos céus.
Não tenho estômago para lidar com estas merdas sem os mandar comer um cagalhão, como tal não vejo toda e qualquer merda deste tipo, recuso-me. E cansa-me quem partilha de forma indignada! Se vos incomoda (também) estainde quétos com as partilhas pá!! Só estais a difundir e a publicitar merda! Falai sobre isso, mas não obriguem os outros a levar com essas merdas nos olhos. Revoltai-vos junto de quem de direito. Parai de fazer queixinhas que não vão surtir qualquer tipo de consequência. Levantai o rabo da cadeira e ide apresentar queixas formais! Sabeis o que é isso? como se faz? não? então isso sim, perguntai na net que alguma alminha vos há-de esclarecer! Agora se não vos quereis cansar, olhai uma dica: não cansem os demais.
Desde que fui mãe não consigo lidar com determinadas situações mesmo que não envolvam crianças sem que as minhas tripas se revolvam e sem que a minha boca se abra para blasfemar efusivamente, daí não  permitir que a minha alma fique em estado de sítio. Estou a ficar velha, é isso.

Eu também fiz um teste de inteligência on-line

Eu também faço aqueles testes fofi-coisos de inteligência e aparência e merdas afins.
Não partilho os resultados porque os meus costumam dar merdas do tipo: és burra como a tua sogra, és feia como um camafeu com caganeira e na vida passada foste uma barata que assim que nasceu foi esmagada por uma pita histérica.
: (olha que caralho, este teclado não tem a barra ao alto para fazer uma cara séria, foda-se)
#soquenão

Cansaço, mas menos

Quando consigo relaxar no fim de semana, apesar de sentir agonias externas às minhas, a segunda-feira parece menos dolorosa e a semana, vista em perspectiva, cheira-me que será menos catastrófica a nível sentimental e profissional.
Digo eu, agora que a semana ainda está a começar.

do trabalho 3#

a puta da frase mais ouvida por estas bandas:
- okeiii, tá bom, tá bom....brigada, té logo

E sim! já lhes dei na tolinha vezes sem conta.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Pérolas automobilísticas familiares

A minha santa (sogra), uma perfeita tábua de passar a ferro ao volante, chega a casa depois de uma saída de cerca de meio quilómetro, pára a carroça em frente ao tasco e saca do pára-choques frontal da mala, qual saco de courgetes fresquinhas acabadinhas de colher.


A mancar e de pára-choques (guarda-lamas para os fofos) debaixo de braço, com cara de quem comeu e ficou a arrotar, tem a ideia fabulosa de tentar fazer-se de coitadinha (não fosse ela doutorada nesta área)
- Então que aconteceu ao carro mãe? pergunta o marido (meu) prestes a ter um ataquinho.
- Olha não sei, estacionei em frente ao banco e quando cheguei ao carro estava assim...
- Olha lá mas achas que ando a nanar?
- Foi filho, estava no chão, um senhor disse que outro senhor me deu uma pancada ao sair (tivesse sido na mona e estavas tu mais fina caralho) e prontuss (prontuss é uma expressão muito usada cá no fim do mundo, e é gira, bué de gira, tão gira que me dá vontade de rir até me mijar, que as pariu).
-Ai foi? Hum... então vamos lá ao banco que eles têm as imagens do multibanco e vão ter que me dizer qual foi o carro que fez esta cagada e se não disserem chamamos a policia (qual CSI em procura pelo criminoso do ano)
A santa, que é bastante limitada, cagou-se toda e lá confessou que ao estacionar deu um toquezinho (...) numa ambulância, mas estava vazia filho, não te preocupes!

Mas não há ninguém que te abafe?


Combinação perfeita para fritar o miolo

O que pode ser pior do que levar a cria mais velha às vacinas e ela ter um ataque de pânico lá do alto dos seus 50 quilos de músculo e metro e meio de altura só contornado com o belo do amarranço por 2 adultas bem potentes?

Ter de mamar com a Maya na sala de espera


E ainda por cima perceber que a Senhora vende merdas que protegem de tudo quanto é merda que há no mundo, e que deu às filhas e às netas e ao caralho pá!


Ninguém merece esta merda!

É lógico que se me frita a mioleira.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Das dores de perda

Estes dias têm sido difíceis...
A mais nova está a modos que tresloucada de novo.
Já passamos por aqui algumas vezes, e quando digo por aqui, digo a esbarrar na loucura.
Não somos pais de primeira viagem, nem pais inquietos ou inseguros. Somos pais calmos, não permissivos, mas muito pacientes.
Somos testados dia sim dia sim, hora sim, segundo sim pela cria mais recente.
Nasceu para nos lançar o maior desafio das nossas vidas, testar os nossos limites de salubridade mental.
Eu deveria ser fofinha e dizer que não há nada melhor do que ser mãe, que me completa, que pelo sorriso delas tudo vale a pena. Mas não agora, não neste momento, não hoje.
Hoje sou uma puta que está deitada ao lado das crias, com todos já a dormir neste momento e lamenta pela perda de sorrisos de que está a padecer.
Há dias em parece que não aguento mais, que cheguei ao meu limite, que receio pela hora seguinte, que lamento e lambo as feridas deixadas pela perda que vou sentindo e que me permito à dor.
Amanhã já não será nada digno de destaque nas linhas do meu sentir, mas hoje dói um bocadinho, hoje sinto que perdi.
Tenho perdido por um conjugar de factores a minha gargalhada, aquela que me caracterizava aqui há uns anos.
Fico confusa quando tento perceber onde estou a falhar como educadora da cria mais nova; não percebo; a permissividade não resultou; a conversa não resultou; a imposição está a deixar de resultar; e as minhas pernas estão a fraquejar....
Amanhã é outro dia e eu terei força de novo, mas hoje não.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

do trabalho#2

Conselho de uma tola:
Vestinde interiores monocromáticos, pois nunca se sabe quando ides ter que vos agachar de costas para aguém para apanhar uma merda de uma folha que tenha derrapado para debaixo da impressora...
(just saying)

quinta-feira, 18 de junho de 2015

do trabalho#1

O que mais me custa aqui no trabalho é ter que ir cagar. É que no decorrer deste acto tão natural quanto respirar, ouço as merdas que a minha rica cómoda diz ao telefone. Sim, as paredes são extra-finas.
Isto preocupa-me muito mais do que os sons que o meu belo rabo possa fazer durante o acto. Apetece-me cortar os pulsos - não os meus.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Sobre o post anterior e para que conste da sua absoluta veracidade

A minha santa mãezinha tirou a carta de condução muito tarde, já um 'cadito fora de prazo portanto, ela e a carta.
Passa-se que a santa Senhora nunca foi exímia condutora, nem mediana, a bem da verdade.
Assim sendo passo a relatar a conversa que tivemos via telefone, durante a qual tomei conhecimento de mais uma das suas proezas automobilísticas:
- Sim mãe, então? que contas?
- olha, contar não conto nada, mas acabou de me acontecer uma cena!!
- então já vais contar alguma coisinha, certo, ó tótó?
- É. Sabes, fui ao Via Catarina àquela loja que gosto muito, sabes? de roupa? àquela?
- Sei lá mãe ou o caralho qual é puta da loja de roupa, foda-se tu achas que eu sei?
- Uóó.... sabes sim! mas pronto agora não interessa. Cheguei ao parque de estacionamento e apanhei uma bicha por lá acima, fogo! nem te passa (sim, cá na terra diz-se bicha e não fila) mas pronto, lá fui atrás dos murcões que eram praí uns 10 à minha frente e passaram todos por um lugarzinho mesmo mesmo ali à maneira à nossa espera e pensei, burros pá, olha a passarem todos por esta vaga e nenhum a vê. E pimba, meti lá o carro - nesta fase comecei a recear pelo desenrolar da história, sendo que nunca pensei que santa mamã tal merda fizesse. Por acaso, só por acaso cheguei à loja e a menina que me tinha atendido não estava e a ancomenda ainda não tinha chegado e resolvi vir-me embora. Demorei p'raí uns 15 minutos.
- Sim mãe, e qual foi a cagada que fizeste? estacionaste à porta do elevador, não?
- Não! Espera! Saí do elevador e vi um montão de gente assim ao fundo. Não liguei muito porque estavam afastados do meu carro. Quando carreguei no comando para abrir as portas, saiu do meio daquela gente um segurança que se virou para mim e disse:
Seg.- Ó MINHA SINHORA!!!!
-Sim? Diga?
Seg- A Sinhora tem noção do que fez?
- IEUU??? O Quê?
Seg- Atão a Sinhora num bê que tem o carro mal estacionado?
- Mal estacionado porquê?
Seg- Atão a Sinhora num bê quésta merda é a saída do Parque? Quisto é a rampa de saída? Eu tenho prái 50 carros a dar a volta para saírem no piso de baixo porque a senhora bloqueou a saída! Ò MINHA SINHORA PLAMOR DA SANTA!
- Ó Mãe, foda-se! tu és um cromo! a sério! e que lhe disseste?
- Olha, eu disse-lhe: sabe, realmente eu estranhei que dos carros que iam à minha frente nenhum ter estacionado aqui, mas pensei que não tivessem visto a vaga...
Seg- Ó, ó minha sinhora, tire lá o carro ca policia está a caminho, ó, ó!

A acrescer a isto só mesmo o facto de durante as subidas em vez de reduzir, se abane para frente e para trás qual  cão vaidoso nas chapeleiras dos carros dos berdadeiros tones enquanto o carro perde força...
E mais não digo, é uma artista portuguesa ao bolante.

verídico

a minha mãe a estacionar, só que na saída de um shopping...



segunda-feira, 15 de junho de 2015

that didn't hurt

Estou na cozinha a arrumar a loiça depois do jantar
Lá dentro, na sala, fora do meu alcance visual, ouve-se constantemente algo a cair ao chão, comando de televisão ou telemóvel, quem sabe.
A cada queda ruidosa a cria mais nova responde com um: não foi nada mamã!
5 ou 6 vezes depois, só me vem à ideia isto:

ISTO

just thinking

domingo, 14 de junho de 2015

Pobre é pobre e isto é um post sobre festa de pobre

Este fim de semana foi diferente.
2 espectáculos de ballet... não eu! sim danço, mas mais tipo tábua de passar a ferro, logo ninguém me convidaria para actuar.
Sábado levamos connosco um casal com 2 crias macho. Espantar-vos-a dizer que ambos adormeceram? pois, calculo que não, um deles até a dormir bateu palmas com a restante plateia, qual zombie em demanda pelo doce final.
Hoje levamos os avozinhos.... o meu pai é o típico homem de trabalho que nunca acompanhou os filhos a merda nenhuma. Se bem que eu nunca fui talhada para nada além de andar à porrada e que no meu tempo festas de finalistas só existiam quando se era finalista na faculdade, diga-se que o senhor nunca teve em bom rigor merda nenhuma para acompanhar excepto as reuniões na escola (às quais deixou de ir cedo de mais). Ora lá chegaram os avozinhos todos felizes e contentes quando se me deu assim um flash sobre o estado em que ficou no ultimo espectáculo a sério - há cerca de 4 anos atrás. Burra que sou, assim de repente ocorreu-me o porquê de não o ter convidado para a última festa de natal da escola. Ahhhh pois! eles são umas pessoas muito fofas, nunca gostam de merda nenhuma e tudo tem defeitos; ou porque está muito calor e a escola é tão pobre que não consegue salas com AC em condições, ou porque o abafado lhe causa umas dores de cabeça terríveis que fica que não pode, qual Lili Canecas nos calores da menopausa, ou porque a directora fala tempo demais... enfim! uma panóplia de merda que me cansa a beleza e me faz mandá-lo comer um cagalhão assim que fervo (muitas vezes, portanto). Por estas merdas todas achei que o dinheiro dos bilhetes da festa de natal era mais bem empreguem em mim e assim foi.
Mas, destrambelhada e desligada como sou, desta feita esqueci-me desse pormenor e fodi-me assim redondamente. Ao intervalo já suava e na fumaça do cigarrito perguntei-lhe assim com cara de desafia soco a ver se ele me tinha respeito: então??? desta vez estás a gostar?
Asno gordo, estivesses tu caladinha que não te tinhas enervado - está um bocadinho melhor que no ano passado.
-Pai, não há espetaculo há 4 anos!
-Sim, isso
- Foda-se tu nunca gostas de nada caralho! atão as miudas não estão a dançar bem? foda-se!
- As miudas até estão, as pequeninas, agora as porfessora é que não percebo porque têm sempre que entrar - com o seu ar de doutorado em quebra nozes e lago dos cisnes e merdas similares, tipo como se estivesse a dizer uma graaannnde merda.
- professoras? onde é que viste as professoras? Só para que conste, a mais velha em palco irá este ano para a faculdade, isto demonstra cabalmente a acuidade visual do meu pai.
Iniciou a segunda parte a abranar-se freneticamente de programa em punho, qual jornal de ontem pronto para limpar uns vidrinhos.
Respirei fundo e pensei: fode-te. e tu Aranhiça, aprende a ser governada e não desperdiçar euros assim à toa.
Para terminar em beleza, emocionada que estava, no final decidi levantar-me para aplaudir efusivamente de lágrima no olho. Escusado será dizer que este belo elefante que vos escreve, ao sentar-se esqueceu-se que as  cadeiras são de alavanca e esbardalhou o seu belo cuzinho no chão, não sem antes e numa vã tentativa de se segurar ter posto a mão em local incerto de um desconhecido sentado a meu lado.
E prontess, pobre é assim.


quinta-feira, 11 de junho de 2015

Mesmo aqui "à beira"

À hora do almoço levei um murro no estômago.
A cria mais velha deixou escapar um desabafo vindo do nada que me abananou...
Sabes? A Antonieta (chamemos-lhe assim) disse-me que o Pai bate na Mãe - assim de chofre, sem aviso prévio, sem sirene a avisar que o fumo iria trazer consigo o fogo...
Fiquei atónita, de boca aberta qual morcona da terrinha a mirar o mar ao vivo e a cores pela primeira vez.... não respondi, não consegui.
Ela respirou e continuou depois de olhar bem fundo os meus olhos: e às vezes também lhe bate a ela - falava num tom doce e baixo, muito baixo, quase que a pedir-me desculpa pelo que me estava a contar.
Durante uns cinco segundos que me pareceram uma hora fiquei muda. E agora? o que digo a esta criança quando nem eu sei o que pensar? tenho que lhe dizer alguma coisa caralho!
Inspira e vai: sabes filha, às vezes os crescidos fazem coisas parvas....
Não mãe, não sei nem consigo perceber; desculpa mas isto não tem perdão! como é possível? bater?  eu nunca o vi chateado com os filhos! parece que está tudo bem e agora é isto? - agora sim, a sua voz estava marcada pela revolta que lhe fazia doer o coração como me disse.
Pois.... nem sei muito bem o que te diga assim de repente, a não ser que... há coisas inexplicáveis que algumas pessoas fazem e que são isso mesmo, inexplicáveis.
Ficas a saber que se ela algum dia precisar eu lhe vou dizer para vir morar cá em casa! e não te adianta dizer que não queres a casa constantemente infestada de mijonas histéricas! Certo? Certo mãe??
Mesmo aqui "à beira", na casa de quem conhecemos, mas que afinal desconhecemos por completo, há um caso de violência.... que me revolta as tripas e que me faz equacionar muita merda num passado recente e num presente imperceptível aos meus olhos ora cegos.
Estou em regurgitação sobre esta merda e não consigo descansar a minha alma.



A reportagem da SIC sobre "O parto"

Não fiquei nada nervosa. Passados poucos minutos resolvi aceder a ver a violeta...
Como acho que não sou menos mãe e que para mim foi o melhor pois estava prestes a ir às trombas à médica, disse alto e bom som:
- Vão comer um cagalhão pá!


terça-feira, 9 de junho de 2015

QUIE'ISTO SINHORES???

este triste pardieiro sempre esteve praqui sugadinho desde o início...

agora tem visualizações :P

vêm quase todas de algo quadripolar... escrito por uma Ursa... será algum sinal da minha personalidade excessivamente agressiva e destrambelhada?

estou em pânico

não sei se escreva ou se fuja

Momento Uau...

Assim não brinco pá!